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Crítica | Seis Vezes Confusão - Netflix

2 semanas, 6 dias atrás - Visto 23 vezes

Nova produção da Netflix, além de ser a queridinha da plataforma, afinal, ela conta com uma super estrela da comédia, o ator Marlon Wayans. Interprete de outro grande sucesso, “As Branquelas”.

Prestes a se tornar pai de primeira viagem, o protagonista Alan decide tomar uma decisão, descobrir sua origem, seus pais biológicos e conhecer mais a respeito do seu passado. Tendo ajuda do seu sogro, um juiz influente, consegue alguns documentos de sua mãe biológica. Entretanto! Nada é o que parece.

Ao chegar no endereço, Alan se depara com um sujeito um tanto esquisito, chamado Russell, afirmando que sua mãe já havia falecido. Duas coisas transforma à vida de Alan, ao descobrir que Russell é seu irmão e uma caixa metálica recém descoberta.

O longa remete com outras produções semelhantes, mais especificamente os trabalhos com outro astro da comédia, Eddie Murphy, interpretando vários personagens em uma única obra, como por exemplo em “O Professor Aloprado”.

Já em “Seis Vezes Confusão”, Marlon interpreta seis personagens, deixando muito das vezes um excesso de interpretação entre Marlon e Marlon. Esse dinamismo acabou se perdendo durante o filme.

Alan e Russell descobrem que possuem outros irmãos, saindo em busca para reencontra-los e finalmente formarem uma família. Essa viagem faz Alan refletir sobre o valor de uma família, afinal, logo será pai.

Uma comédia mediana, bem nos moldes dos anos 90, sem pretensão de ser um longa impactante, está mais para um outro filme qualquer de comédia na sessão da netflix.

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Sobre o Autor

Botter

Colaborador

Jogador e professor de xadrez. O típico nerd apaixonado por ciências, astronomia e astrofísica. Ah! Viciado em literatura, hqs, filmes e séries. Café combina com Pizza.